Títulos da dívida externa brasileira apelidados de bradies por conta da adesão brasileira ao Plano Brady, elaborado por Nicholas Brady, secretário do Tesouro dos Estados Unidos em 1994. A proposta do plano para refinanciar países endividados estabelecia que os bancos credores abrissem mão de uma parte da dívida que teriam que receber daquelas nações, em troca de novos títulos que seriam lastreados por títulos do Tesouro dos Estados Unidos, considerados como risco zero nos mercados financeiros. O Brasil emitiu cerca de US$ 50 bilhões de títulos nesse processo. Por estarem associados à idéia do calote, estão sendo retirados do mercado pelo governo brasileiro. Um dos títulos da dívida externa brasileira mais importantes foi o C-Bond.

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