Gráfico atualizado mensalmente do Índice de Confiança Empresarial (ICE):

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O índice de confiança empresarial no Brasil, medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) (fonte), reflete a percepção dos empresários sobre a situação atual e as expectativas para os próximos meses. Ele é calculado com base em respostas de indústrias de diferentes portes e setores, considerando aspectos como condições de negócios, economia, investimentos e produção. O índice varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam otimismo, enquanto valores abaixo de 50 pontos sinalizam pessimismo.

Quando o índice cai, como de 47,3 em julho para 46,1 em agosto de 2025, isso mostra uma piora na confiança dos empresários. Um valor abaixo de 50 pontos sugere que a maioria dos entrevistados vê condições desfavoráveis ou espera piora no futuro próximo. É um alerta, mas precisa ser analisado com outros indicadores, como PIB, inflação, desemprego e consumo.

Para investidores, um índice abaixo de 50 pontos recomenda cautela. Setores mais sensíveis à confiança, como indústria e varejo, podem enfrentar dificuldades. É prudente priorizar ativos defensivos, como empresas de consumo básico ou títulos públicos atrelados à inflação, para proteger o patrimônio. Monitorar outros indicadores, como a taxa Selic e o câmbio, também é essencial para entender o cenário.

Histórico:

  • De 2015 a março de 2017. O índice ficou abaixo de 50 por causa da recessão profunda provocada pelas políticas estatistas do governo petista de Dilma Rousseff (PT). Gasto público excessivo gerou inflação alta e desequilíbrio fiscal. A Operação Lava Jato expôs corrupção generalizada no PT e em estatais como a Petrobras. Isso destruiu investimentos e empregos. Empresários viram o estado como inimigo da produção livre. Resultado foi contração do PIB em 3,5 por cento em 2015 e 3,3 por cento em 2016. A família brasileira sofreu com desemprego acima de 12 por cento.
  • De abril a julho de 2020. O índice despencou para o recorde baixo de 34,5 pontos devido à pandemia de covid-19. Lockdowns impostos pelo governo federal e estaduais paralisaram a indústria. Produção caiu e cadeias de suprimento quebraram. Políticas de isolamento excessivo, influenciadas por narrativas alarmistas, agravaram o pessimismo. Empresários católicos e conservadores rejeitaram o pânico coletivista que ignorou a liberdade individual. Economia contraiu 4,1 por cento no ano.
  • De janeiro a agosto de 2025. O índice voltou abaixo de 50 por culpa das políticas intervencionistas do governo Lula (PT). Aumento de gastos públicos e tentativas de controle estatal sobre preços geraram inflação persistente. Banco Central elevou juros para combater isso, o que reduziu demanda por produtos industriais. Desvalorização do real piorou importações de insumos. Empresários sentem ameaça à propriedade privada com reformas tributárias.