Veja a classificação de risco soberano do Brasil (títulos públicos brasileiros) através das agências: Standard & Poor´s (S&P), Fitch Ratings (Fitch), Moody´s Investor Service, Dominion Bond Rating Service(DBRS), Japan Credit Rating Agency (JCR) e Rating and Investment Information (R&I), NICE Investors Service e Dagong Global Credit Rating.

Leia o conteúdo abaixo para entender o seu funcionamento.

Agência Moeda Estrangeira Moeda Local Perspectiva Última Alteração
Moody’s Ba2 Ba2 Estável 15/05/2020
Fitch BB- BB- Negativa 05/05/2020
Standard & Poor’s BB- BB- Estável 06/04/2020
DBRS BB (low) BB (low) Estável 11/09/2019
R&I BBB- Estável 20/02/2019
JCR BBB- BBB Estável 30/01/2018

Existem diversas instituições especializadas em análise de crédito, chamadas agências classificadoras de risco, que classificam o risco (rating) que o investidor corre ao emprestar dinheiro para um país ou para uma empresa. Para ver o histórico visite aqui.

A classificação de risco de países está sempre levando em consideração o investidor internacional, pois os países não podem arrecadar impostos ou imprimir dinheiro em moeda internacional para pagar suas dívidas em moeda estrangeira.

Já para a dívida interna, que são os títulos que você compra no Tesouro Direto, o risco de emprestar dinheiro para o governo é sempre o menor que existe na economia interna, pois essas dívidas são em moeda local.

Enquanto um banco não pode imprimir dinheiro e nem cobrar impostos para pagar dívidas, o governo pode fazer isso. Por isso sempre é mais seguro emprestar dinheiro para o governo local do que para um banco local através da compra de títulos privados como CDB, LCI e LCA. É exatamente por esse motivo que você só deve aceitar juros maiores que os títulos públicos quando for investir em CDB, LCI e LCA. O mesmo vale para investimentos junto a financeiras e investimentos em debêntures.

Dessa forma, as agências avaliam a capacidade e a disposição de um país em honrar, pontual e integralmente, os pagamentos de sua dívida. Isso faz o rating ser um instrumento importante para os investidores, uma vez que fornece uma opinião independente a respeito do risco de crédito da dívida do país analisado.

Quanto maior o risco, mais juros os investidores exigem para considerar a possibilidade de investir seu dinheiro em um país. O Brasil possui contrato para classificação de seu risco de crédito com as seguintes agências: Standard & Poor´s (S&P), Fitch Ratings (Fitch) e Moody´s Investor Service.

Adicionalmente, outras agências internacionais monitoram regularmente o risco de crédito do país, como a canadense Dominion Bond Rating Service(DBRS), as japonesas Japan Credit Rating Agency (JCR) e Rating and Investment Information (R&I), a coreana NICE Investors Service a a chinesa Dagong Global Credit Rating.

As agências de classificação de risco usualmente atribuem notas para as dividas de curto e longo prazo, em moeda local e estrangeira. A nota para a emissão de longo prazo em moeda estrangeira é a mais comumente usada como referência para definir a classificação de risco do país, pois pagar dívidas em moeda estrangeira é justamente onde o risco é mais evidente.

As escalas usadas pelas agências podem ser representadas por letras, números e sinais matemáticos (+ ou -) e normalmente vão de ‘D’ (nota mais baixa) a ‘AAA’ (nota mais alta). Tais notas são classificadas, pelos participantes do mercado, em dois grupos: Grau Especulativo (D até BB+) e Grau de Investimento (BBB- até AAA).

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