Aqui temos um gráfico que mostra a relação entre o início das guerras (área cinza) e o comportamento do índice S&P500 que é o principal índice das bolas americanas e talvez o principal índice do mundo já que encontramos nele as 500 principais ações dos EUA onde estão várias multinacionais que operam em praticamente todos os países do mundo.

Na bolsa brasileira é possível investir no S&P500 através de ETFs como IVVB11, SPXB11, SPXI11 e por BDR de ETF através do BIVB39. Além das variações do índice existe ainda a influência das variações do preço do dólar. Quando o dólar está em alta isso elevam os preços desses ETFs e quando o dólar está em baixa isso reduz os preços dos ETFs.

Em nenhum desses conflitos que aparecem no gráfico acima os EUA lutaram contra grandes potências militares do porte da Rússia e da China.

Vamos ver agora como o dólar e a bolsa brasileira se comportaram e um conflito.

Para exemplificar, um grande conflito militar dos EUA envolvendo a invasão de um país ocorreu em 2003 na chamada “Invasão do Iraque”. Em março de 2003 o mundo assistiu imagens ao vivo de ataques aéreos nas cidades iraquianas como as que podemos ver logo abaixo.

 

O próximo gráfico mostra o comportamento do Índice Bovespa que equivale a uma carteira composta pelas principais ações negociadas na bolsa brasileira. Entre os ataques de março de 2003 até o topo atingido em 2004 ocorreu uma alta de 125,81%.

 

Você pode acessar e estudar esse tipo de gráfico do índice Bovespa visitando aqui.

Logo abaixo temos o gráfico anterior onde adicionei a cotação do dólar (preço do dólar em reais) que está representado pela linha laranja.

Podemos observar que naquele tempo o dólar estava desvalorizando, ou seja, a nossa moeda se valorizava frente ao dólar. No topo da linha reta preta que mede a queda do dólar no gráfico, o seu preço era de R$ 3,95. No final da linha temos o fundo de R$ 2,78 . O preço do dólar variou -45,81% neste período. Também fica bem evidente no gráfico a relação inversa que temos entre a bolsa brasileira e dólar, ou seja, em boa parte do tempo eles se movimentam em direções opostas.

É claro diante desses gráficos não podemos esquecer que o presente não tem qualquer compromisso com o passado.

Infelizmente tensões militares são criadas pelos políticos de tempos e tempos e muitas vezes são apoiadas pela população que paga caro por essas guerras através dos impostos e de toda a destruição que produzem. Da parte dos políticos, sempre existe uma busca por motivos para o gasto de recursos públicos. Criar um inimigo externo e iniciar um conflito é uma dessas formas.

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